Aqui no Brasil, Noé estreou
no início de abril, mas lá na China ele vai passar bem longe. Isto
porque as autoridade do país proibiram o filme por questões religiosas.
A Paramount Pictures tentou, em vão, convencer os chineses
responsáveis pela seleção de que o longa trazia também uma mensagem
ambiental. Mas nada foi acordado. O país é o segundo maior mercado
cinematográfico do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Será uma
grande perda financeira para a produção.
A China não foi o primeiro país que não aceitou receber o filme de Darren Aronofsky, o Egito, Jordânia, Kuwait e os Emirados Árabes Unidos também bloquearam a entrada do longa.
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